por Equipe Nestlé
em 17/10/2011, 16h
Ditados pela cultura e pela sociedade, os padrões de beleza vivem em constante mudança. Mulheres que hoje seriam consideradas acima do peso, já foram o padrão de outras épocas.
É interessante observar essa mudança de valores através da arte. Foi na Grécia Antiga (650- 600 a.c.), por exemplo, que surgiu o ideal de beleza grego. Caracterizado por medidas harmônicas e proporcionais. Nessa época, foi criada a Vênus de Milo, um símbolo do padrão grego.
Algumas centenas de anos mais tarde, em uma corrente de arte chamada Barroca ( séc XVI, XVII), o padrão de beleza retratado já era bem diferente do grego e do que temos hoje em dia. Nessa época, as mulheres consideradas bonitas estavam longe de ser magras. Para a sociedade do período, a gordura era um sinal de riqueza. Alimentos como o açúcar eram um artigo raro e restrito aos nobres.
No séc. XX, com a chegada da mulher no mercado de trabalho e sua mudança de papel na sociedade, o padrão de beleza mudou mais uma vez.
No Brasil, até os anos 50, ser mãe e esposa eram as atividades femininas mais importantes. E no contexto desse papel gerador da mulher, o corpo de violão, com quadris largos, cintura fina e seios fartos, fascinavam os homens.
Mas, à medida que a mulher conquistou o mercado de trabalho, o seu corpo foi refletindo essa mudança. As curvas fartas que eram padrão de beleza até algumas décadas atrás foram sendo substituídas por um corpo mais magro e esguio.
É importante lembrar que mais importante do seguir as modas e tendências de beleza que estão nas últimas capas de revista, é ter um corpo saudável. Afinal, se tem um segredo de beleza feminina que não muda de geração pra geração é se sentir feliz, de bem com a vida e segura de si.