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Fornecedores

O relacionamento da Nestlé com seus fornecedores se baseia nas orientações dos Princípios de Compra Nestlé. Este documento estabelece os padrões de qualidade necessários às matérias-primas, além das condutas éticas esperadas dos fornecedores em relação a temas como meio ambiente e discriminação, entre outros.

A empresa orienta sua relação com os parceiros comerciais em concordância com as regras estabelecidas pela Câmara Internacional de Comércio.

A Nestlé também exige de seus fornecedores o cumprimento das diretrizes internacionais que tratam do assunto. Na condição de fornecedora, a empresa cumpre fielmente esses conceitos e práticas.

Serviços ao Produtor de Leite

Maior captadora de leite fresco do País, a Nestlé contribui para o desenvolvimento das propriedades rurais por meio de diversas ferramentas e programas.

Por meio da DPA (Dairy Partners Américas – “Parceiros em Laticínios nas Américas”), procura contribuir para o desenvolvimento das propriedades rurais e cooperativas parceiras. O Serviço ao Produtor de Leite DPA (SPL) visa proporcionar melhorias em qualidade, rentabilidade e sustentabilidade das fazendas, por meio de várias iniciativas.

  • Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira

    A Nestlé se empenha para propiciar o crescimento dos negócios conduzidos pelos produtores rurais. Por meio do Programa de Desenvolvimento da Pecuária Leiteira (PDPL), a empresa fornece assistência técnica aos produtores, em parceria com as Universidades Federais de Viçosa (MG) e Goiânia (GO). O auxílio se dá por meio de assistência técnica às propriedades por estudantes dos últimos anos de Medicina Veterinária, Agronomia, Zootecnia, Tecnologia em Laticínios, Engenharia de Alimentos e Agrimensura, sob a orientação de técnicos do projeto e professores das universidades.

    O Programa oferece aos estudantes a oportunidade de aplicar o conhecimento acadêmico em situações reais de trabalho profissional, nas fazendas de leite da região – sempre com o acompanhamento dos técnicos e dos professores-orientadores dos projetos –, e cria a possibilidade de transferência de tecnologia para os produtores, buscando o crescimento da atividade leiteira e o aumento de sua competitividade.

    Nesse trabalho, os universitários interagem com todas as áreas das propriedades, com foco central no aspecto da gestão. Os jovens aprendem a adotar recursos tecnológicos, sociais e de gestão, visando à redução do custo da produção, ao aumento da qualidade do leite captado e, consequentemente, à melhoria da produtividade e da qualidade de vida dos produtores.

    Já passaram, ao todo, pelos PDPLs de Goiânia e Viçosa, 2.162 estagiários. No total, 282 propriedades rurais das regiões próximas a Viçosa e Goiânia foram beneficiadas. Desde a adoção do PDPL de Viçosa, em 1988, houve um aumento significativo de 360% na produção média diária das vacas em lactação.

    Todo o investimento do PDPL de Goiânia é suportado pela DPA, e a maior parte do investimento do PDPL de Viçosa também, com participação do Sebrae-MG desde 2006. Para participar do projeto, a fazenda precisa estar em localidades próximas às universidades. O produtor deve demonstrar interesse, ter espírito empreendedor, acompanhar as recomendações dos estudantes, técnicos e professores e ser receptivo – condições para que se mantenha no projeto.

  • Projeto Andradina

    Desde março de 2005, 16 famílias de pequenos produtores rurais estabelecidas na região de Andradina (SP) são assistidas pela parceria entre a DPA e a Esalq/USP (Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”). O projeto visa ao desenvolvimento e à sustentabilidade da atividade leiteira, bem como a melhoria da qualidade de vida dessas famílias.

    Para os produtores, a iniciativa tem como vantagens a presença constante do técnico nas fazendas e as visitas mensais dos professores da Esalq/USP às propriedades (para orientação e esclarecimento de dúvidas), além de poderem contar com palestras e com linhas de crédito que possibilitam investimentos no sistema produtivo.

    Atualmente, o projeto conta com 27 famílias, com índices de produtividade positivos. No princípio do Projeto, a produção média de leite era de 68 litros/dia – em 2007 atingiu a marca de 90 litros/dia.

    A média de produção por animal cresceu de 5,7 litros/dia para 8,1 litros/dia. Os índices registram um aumento de 32,3% na média anual de produção diária de leite por produtor. No aspecto econômico, houve uma evolução de 132,4% em aumento de renda obtido na atividade, passando de R$ 1.007,76 para R$ 2.342,81.

    O Projeto também apresenta um importante impacto social na região. Mais do que os resultados técnicos, as famílias envolvidas percebem uma nova perspectiva de vida, o que gera alterações físicas e culturais na sociedade.

  • Assistência Técnica ao Produtor

    Em programas como Educampo e Núcleo de Assistência Técnica Autorizada (Nata), técnicos qualificados e treinados pela DPA (engenheiros agrônomos, veterinários ou zootecnistas) atendem grupos de produtores em todas as regiões de atuação da Nestlé.

    Primeiro, ocorre uma visita técnica para se obter um diagnóstico da propriedade. Em seguida são realizadas as orientações, indicando os caminhos para que cada produtor consiga aprimorar o manejo produtivo de forma econômica e sustentável.

    Recentes resultados, no Brasil, mostraram aumento de 23,5% no volume de leite, em 2007, para produtores que possuem assistência técnica, em comparação com o incremento de 8,8% para produtores sem assistência técnica, no mesmo período.

  • Atividades nas Fazendas

    A DPA organiza, regularmente, encontros de produtores em fazendas leiteiras para difundir novas tecnologias e exemplificar casos de sucesso.

    DPA em Campo – Programa realizado em fazendas de produtores que fornecem leite para a DPA. Conta com a parceria de pesquisadores, técnicos e professores universitários, que ministram as palestras. Participam produtores das regiões em que se localizam as fazendas. Os diferentes temas são apresentados em estações temáticas, e os participantes – em média, 300 pessoas – são divididos em grupos e passam por todas as estações.

    A DPA oferece transporte para que o parceiro tenha a oportunidade de participar, e o evento tem seu encerramento sempre com um almoço, em que a integração entre todos é potencializada.

    Fazendas Referência – É realizado um debate, em propriedades leiteiras, com o objetivo de mostrar um caso de sucesso em tema predefinido. Esse tipo de evento é interessante porque mostra a realidade da região em que os produtores participantes estão inseridos. Um professor de universidade participa, reforçando o elo entre pesquisa, ensino e extensão rural. O professor discute com os participantes as técnicas utilizadas na fazenda e mostra como elas podem ser aplicadas por outros produtores. Em geral, esses encontros, que se encerram com um almoço, reúnem aproximadamente 50 participantes.

    Visita Técnica – Especialistas internacionais também participam de encontros com produtores. Em 2005, o renomado professor neozelandês Colin Holmes esteve na Argentina, no Brasil e no Equador, a convite da DPA, da Fonterra e da New Zealand Trade and Enterprise (NZTE ). Holmes falou para mais de mil pessoas da cadeia leiteira, nos três países. A partir dessas visitas, foi criada uma parceria da DPA com a NZTE, por meio da qual foram realizados treinamentos para técnicos da DPA e prestadores de serviço, com o intuito de mostrar o manejo produtivo que é feito na Nova Zelândia e aplicá-lo de forma adaptada ao Brasil.

    Em 2007 ocorreram seis palestras para produtores sobre a transferência de tecnologia neozelandesa adaptada às condições locais. Em 2008 teve início um projeto-piloto envolvendo seis propriedades em diferentes regiões para servirem de unidades demonstrativas e multiplicadoras.

    Programa Custos de Produção – Para criar uma cultura gerencial que valorize o acompanhamento dos gastos na atividade leiteira, a DPA criou o programa Custos de Produção. Ele envolve quase cem fazendas de produtores da DPA, distribuídas em várias regiões do Brasil. Participam do programa pequenas, médias e grandes propriedades, com sistemas de produção diferentes (pastagem, semi-intensivo e intensivo).

    No início de cada mês, o técnico da DPA que atende a fazenda coleta todas as informações sobre os gastos e as receitas do mês anterior. Esses dados vão para um programa de computador, que faz os processamentos e emite os relatórios. Posteriormente, o técnico, que foi treinado em metodologia de acompanhamento gerencial voltado para custos, retorna à propriedade e discute os números dos relatórios com o produtor, apontando os aspectos positivos (que devem ter continuidade) e os que devem ser melhorados (buscando maior eficiência e mais rentabilidade).

    O programa está sendo desenvolvido em todos os mercados nos quais a DPA atua. Pretende-se que as melhores práticas possam ser incorporadas por todos os fornecedores. A meta é fazer com que isso resulte em menores custos e melhores desempenhos e no fortalecimento da sustentabilidade dos negócio.

  • Clube de Compras de Insumos e Serviços DPA

    O produtor adquire diretamente de empresas conveniadas os produtos e os serviços indispensáveis à atividade leiteira. Como vantagem, o produtor que participa do Clube de Compras tem produtos de qualidade e preços competitivos, até 40 dias para pagar e nenhuma preocupação com boletos bancários.

    Existe um limite que o produtor pode utilizar, variável de acordo com o valor que ele tem a receber pelo leite fornecido. Isso é feito para garantir que o produtor não assuma compromisso de compra maior do que o valor que tem a receber, servindo como um gerenciamento para ele.

    A lista de todas as empresas está disponível no site www.dpamericas.com.br, onde o produtor encontra, por categoria e região, a loja conveniada que lhe interessa.

    Ele pode recomendar empresas para fazer parte do Clube de Compras, as quais passam por uma análise feita pela DPA.

  • Treinamento de Ordenhadores

    Programa de treinamento (aberto e gratuito) dirigido a ordenhadores, realizado nas próprias fazendas em que trabalham. O objetivo do treinamento é melhorar a qualidade do leite, mostrando como higienizar os equipamentos de ordenha e os tanques de resfriamento, apresentando os cuidados necessários com a higiene pessoal e explicando o correto manejo da ordenha.

    Em 2007 se juntaram ao programa, como parceiras, a Westfalia Surge e a Hypred. A capacitação, que contribui para a produção de leite com mais qualidade, é dividida em duas partes. Pela manhã, os profissionais recebem explicações teóricas sobre os procedimentos corretos. À tarde, acontece o treinamento prático, na sala de ordenha.

    Em 2006 e 2007 foram treinados cerca de 4 mil ordenhadores. Os resultados das propriedades que tiveram sua mão de obra treinada mostraram significativa evolução na qualidade do leite e dos serviços. Entre os produtores que participaram, a média, três meses antes do treinamento, era de 439 mil UFC/ml. Três meses após o treinamento, caiu para 23 mil UFC/ml. Essa redução demonstra a melhoria da qualidade do produto.

  • Relacionamento Transparente

    A DPA mantém um abrangente sistema de comunicação com seus fornecedores e parceiros. O relacionamento acontece por meio de várias ferramentas: site, Carta de Informações de Preços, extrato de relacionamento, Revista Leite DPA e Calendário DPA.

    Site – O site www.dpamericas.com.br é uma importante fonte de informações para os produtores. A ferramenta conta com uma área pública e uma área restrita, exclusiva aos produtores DPA. Na área pública estão disponíveis serviços como o acesso às edições da revista Leite DPA (anteriormente Leite Nestlé) e explicações sobre os programas de apoio ao produtor (Assistência Técnica, Boas Práticas na Fazenda, Dias de Campo, etc.). Na área restrita, o produtor encontra a relação das empresas conveniadas com o Clube de Compras de Insumos e Serviços DPA e o que elas comercializam (há, também, a relação das compras efetuadas pelo produtor no Clube de Compras). Além disso, são disponibilizados dados específicos, de acesso exclusivo do produtor, sobre o leite comercializado (qualidade, volume de leite entregue, relação das notas fiscais, etc.).

    Carta de Informações de Preços – A DPA envia, mensalmente, a todos os seus produtores parceiros, uma carta individualizada, com informações sobre valores mínimos que receberá pelo leite a ser fornecido no mês seguinte. A Carta também antecipa a tendência do preço para dois meses à frente. São exemplos da forma transparente como a DPA atua e uma maneira de dar segurança ao produtor, garantindo o preço mínimo – assim, ele pode se planejar melhor.

    Extrato de Relacionamento – Também mensalmente, o produtor parceiro tem, no extrato, as informações sobre o leite que forneceu à DPA no mês anterior. Os dados incluem histórico das análises de Contagem Bacteriana Total (CBT) e Contagem de Células Somáticas (CCS), classificação de acordo com os parâmetros de qualidade e sólidos estabelecidos no Sistema de Valorização da Qualidade DPA e resultados do mês de referência (de acordo com as análises laboratoriais e as médias de gordura, proteína, CBT e CCS).

    Revista Leite DPA – Lançada em novembro de 2000, como Leite Nestlé, a publicação mudou seu nome para Leite DPA em setembro de 2003. É um importante canal de comunicação e orientação ao produtor brasileiro, pois leva até ele informações que o auxiliam no dia a dia e contribuem para o seu crescimento como empresário na atividade leiteira. A revista foi eleita pelos fornecedores de leite, em 2006, como o melhor canal de informação para os produtores. Por meio da publicação, todo mês, o produtor recebe gratuitamente, em sua propriedade ou residência, informações atualizadas sobre o que acontece na DPA e na pecuária de leite no Brasil.

    Calendário DPA – Todo ano é enviado a fornecedores e parceiros o Calendário DPA, que, além de informações técnicas e relacionadas às atividades desenvolvidas pela DPA , traz as datas de pagamento do leite para o ano todo.

  • Valorização da Qualidade

    Em janeiro de 2005, com o lançamento do SVQ (Sistema de Valorização da Qualidade), a DPA passou a remunerar os produtores que fornecem leite de acordo com os resultados de análises, valorizando os produtores cujo leite apresenta os menores índices de CBT e CCS e altos teores de proteína e gordura.

    Todas as análises de acompanhamento da qualidade do leite são realizadas nos laboratórios da Rede Brasileira de Controle da Qualidade do Leite (RBCQL), habilitados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Isso garante objetividade e imparcialidade.

    Outra iniciativa pioneira da DPA, o SVQ Empresas (Sistema de Valorização da Qualidade Empresas) foi implementado em março de 2007, com o objetivo de avaliar parâmetros de qualidade, composição do leite e processos de garantia da qualidade e segurança do alimento aplicados nas companhias fornecedoras.

    O SVQ Empresas já demonstra resultados positivos. Entre os principais pontos estão incrementos nos processos e melhoria na qualidade do leite comprado de outras companhias. Também há ganhos adicionais envolvendo a composição do leite e a implantação de um programa de rastreabilidade. De março de 2007 a abril de 2008 houve uma melhoria de 178% na qualidade do leite recebido, no item CBT.

    A DPA também realiza o Programa de Avaliação do Sistema de Qualidade de empresas, um checklist, aplicado por técnicos do Senai, que contém uma série de procedimentos que visam garantir a qualidade do leite e a segurança dos processos envolvidos no beneficiamento do leite nas unidades de recebimento das companhias fornecedoras. O programa visa à melhoria da qualidade e da segurança do leite fornecido por empresas, por meio da aplicação de ferramentas como APPCC (Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle), Boas Práticas de Fabricação, implementação de sistemas de rastreabilidade e monitoramento de resíduos químicos, além de cuidados com o impacto no meio ambiente.

    Iniciado em setembro de 2005, o programa conta atualmente com 70 empresas, das quais 21 já implantaram a ferramenta APPCC como parte de seus processos.

  • Boas Práticas na Fazenda

    A DPA tem como parceiros, no programa Boas Práticas na Fazenda, o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), gestor do Programa Alimento Seguro (PAS), e a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), responsável pelo treinamento das equipes, pelo suporte técnico às fazendas participantes e pela validação da implementação dos procedimentos.

    A base do programa veio de projetos semelhantes desenvolvidos em outros países, como na Nova Zelândia, onde os fornecedores da Fonterra aplicam o sistema há vários anos, também com o suporte de instituições locais.

    Por meio dele, vários itens e procedimentos, identificados num checklist, são avaliados nas propriedades participantes. Os tópicos são divididos em pontos críticos e não críticos, de acordo com o impacto na segurança e na qualidade final do leite produzido.

    Entre os aspectos destacados no Boas Práticas na Fazenda e que se refletem na melhor gestão das propriedades estão a capacitação de pessoal, a preservação do meio ambiente, o manejo e o bem-estar dos rebanhos, os cuidados com equipamentos e insumos, o registro das informações e a melhoria da qualidade do leite produzido. A aplicação de boas práticas valoriza a atividade leiteira e contribui para a segurança e a qualidade dos alimentos, requisitos indispensáveis para atender às justas exigências de consumidores de todo o mundo.

    Dividido em três fases – bronze, prata e ouro –, o programa tem caráter progressivo. À medida que os itens correspondentes a cada fase vão sendo cumpridos, a fazenda passa para a fase seguinte.

    Depois de atendidos novos registros e controles, a fazenda – classificada inicialmente como bronze – passa para a fase prata e, finalmente, chega à última, a etapa ouro.

    As auditorias para verificar o cumprimento dos requisitos que permitem classificar a propriedade certificada como fazenda ouro são realizadas periodicamente pela Embrapa. Atualmente no Brasil existem 25 fazendas na fase ouro. Ao todo, o programa conta com 314 produtores participantes no País. A qualidade do leite (considerando a Contagem Bacteriana Total) é, em média, 40% melhor na comparação com outras propriedades que não fazem parte dessa iniciativa.

  • Sistema para Integração e Gestão de Dados (Siga)

    Rastrear o leite é, literalmente, rastrear desde a saída da propriedade (propriedade que abastece a empresa fornecedora) até o momento em que é descarregado em uma das unidades DPA, DPAM (DPA Manufacturing) ou Nestlé.

    O Siga é capaz de informar a origem e a idade do leite, os resultados das análises e as rotas ou linhas de coleta, entre outros dados que subsidiam a tomada de decisões estratégicas por parte das empresas e dos gestores da DPA.

    Para que seja possível rastrear o leite, é usado um programa desenvolvido especialmente para a DPA, instalado em computadores das empresas parceiras. Por meio do software e da internet, as empresas alimentam um banco de dados com informações que incluem os horários em que o leite foi recolhido nas fazendas dos cooperados, a temperatura com que o leite foi captado em cada fazenda e os resultados das análises (por exemplo, resíduos de antibióticos) feitas pelas parceiras.

    Atualmente, 64 empresas fornecedoras da DPA estão com o sistema implementado. O objetivo da DPA é fazer com que 100% do leite seja rastreado desde as fazendas.

  • Coleta de Dados Automatizada

    As vantagens do sistema incluem: maior agilidade e segurança no processo de busca e transmissão dos dados sobre as coletas de leite nas fazendas e sobre os resultados das análises; otimização da comunicação da DPA com as transportadoras e os produtores; maior quantidade de dados referentes à coleta de leite; e a disponibilização para as transportadoras, de forma antecipada, das programações das rotas de coleta.

  • Interveniência de Tanques e Ordenhas

    Para incentivar a compra de ordenhadeiras mecânicas e de tanques de resfriamento, a DPA mantém um convênio por meio do qual produtores parceiros podem adquirir equipamentos a preços competitivos, com financiamento em 36 parcelas fixas e os juros reembolsados em até 100%.

  • Iniciativa Pró-Alimento Sustentável

    Para fomentar a sinergia entre os diversos setores envolvidos, da produção ao consumo de alimentos, dez grandes empresas e organizações fundaram a Iniciativa Pró-Alimento Sustentável (Ipas), com o objetivo de desenvolver projetos que tragam inovação e sustentabilidade aos sistemas agroindustriais.

    Entre as empresas que fazem parte da Ipas estão Bunge, Carrefour, Klabin, Nestlé e Sadia. Também participam da iniciativa a organização não-governamental The Nature Conservancy (TNC), a Sociedade Rural Brasileira (SRB), a organização de fomento Organics Brasil e as instituições de ensino e pesquisa Pensa/FEA-USP e Escola de Marketing Industrial. O grupo é aberto para receber outros participantes do setor relacionados à produção e ao consumo de alimentos.

    A Ipas busca adotar práticas que unam a utilização responsável dos recursos naturais e a preocupação com aspectos sociais, do início da produção de alimentos ao pós-consumo. O objetivo é promover modelos mais sustentáveis e economicamente viáveis, envolvendo a cadeia de alimentos. Os projetos a ser desenvolvidos pela iniciativa têm como foco sete objetivos, em áreas específicas. São eles:

    1– Gerar inovações a favor da sustentabilidade.
    2– Engajar cadeias completas – “do campo ao pós-consumo” – para a sustentabilidade.
    3– Pesquisar e educar o cidadão sobre alimento sustentável.
    4– Promover e exigir dos associados e seus fornecedores práticas mínimas comuns alinhadas com princípios da sustentabilidade.
    5– Interagir com governos e organizações civis sobre sustentabilidade.
    6– Favorecer relacionamentos comerciais baseados em boas práticas.
    7– Tornar-se um fórum permanente de discussão e apoio nas tomadas de decisão dos associados Ipas sobre questões voltadas à sustentabilidade.

  • Cadeia do Cefé – Programa 4C

    O Código Comum da Comunidade Cafeeira (4C) se baseia em um código de conduta voluntariamente adotado por produtores de café, pelo comércio, pela indústria, pela sociedade civil e por outras organizações que integram a associação sem fins lucrativos 4C. Todos estão comprometidos com métodos de boas práticas agrícolas e gestão orientados a aumentar a eficiência, a rentabilidade, a transparência e a sustentabilidade da produção, o processamento e o comércio do café.

    Em 2007 e no primeiro trimestre de 2008, o total de café comprado pela Nestlé no Brasil, seguindo os critérios 4C, foi de 4.050 sacas, com a Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé).

  • Programa AAA no Brasil – NESPRESSO

    Desde a sua implementação no Brasil, há três anos, o Programa Nespresso AAA Sustainable QualityTM tem ampliado a produção de café da categoria Ultrapremium no País, registrando crescimentos de 30% a 35% por ano.

    Este programa visa garantir que os produtores se beneficiem ao se comprometerem com uma qualidade superior. Para a Nespresso, “qualidade sustentável” é a garantia de práticas agrícolas que levem a uma produção de qualidade e à vitalidade econômica, respeitando o meio ambiente e contribuindo para o bem-estar social dos produtores e de suas comunidades.

    Atualmente, cerca de 250 produtores integram o Programa, que é coordenado pela Cooxupé – a maior cooperativa de café do mundo – e auditado pela Imaflora, braço da Rainforest Alliance no Brasil. Em 2008, os produtores brasileiros devem fornecer mais de 100 mil sacas do produto na categoria.


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As informações fornecidas por esse site não são individualizadas, portanto, um nutricionista deve ser consultado antes de se iniciar uma dieta.

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