Sem erros na hora da refeição

Por: Equipe Vida De Mãe 27/04/2012


Muitas vezes, os pequenos se recusam a comer, seja porque estão brincando e não querem parar, ou pelos argumentos “Não estou com fome”, “Não gosto dessa comida”. São muitos os motivos que tornam a hora do café da manhã, do almoço ou do jantar uma missão quase impossível.
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Na lancheira das crianças

Por: Equipe Vida De Mãe 31/01/2012

Quem nunca ficou em dúvida sobre o que colocar na lancheira dos filhos? Frutas, sucos, guloseimas, sanduíches, papinhas, biscoitos etc., são tantas opções que nos perguntamos qual a melhor escolha e quais alimentos são saudáveis e, ao mesmo tempo, apetitosos.Leia mais...

Aprendendo na cozinha

Por: Equipe Vida De Mãe 13/01/2012

Mamãe, que tal convidar seu filho para um programa diferente neste fim de semana? Aproveite o clima de férias e chame-o para ajudar a preparar um lanchinho, o café da manhã ou mesmo fazer uma sobremesa, já que as crianças adoram. Leia mais...

Olha o aviãozinho!

Por: Patricia Cerqueira e Mônica Brandão 20/09/2011

Fazer os pequenos comerem nem sempre é uma tarefa fácil. Às vezes, é preciso muita paciência e jogo de cintura por uma única garfada. Uma boa maneira de tornar esse momento mais atrativo para seu filho e divertido para vocês dois é fazer do prato uma brincadeira. Vale escultura com as comidinhas, finger foods e até enfeitar o prato. Convidamos as mamães e jornalistas Patrícia Cerqueira e Mônica Brandão do blog Comer Para Crescer para falar mais sobre o assunto. Leia, use a criatividade e bom apetite!

 

Quando recebemos o convite do “Vida de Mãe” para escrever sobre como deixar as refeições mais atrativas, logo nos lembramos dos pratos que sempre fazem muito sucesso entre nossos filhos: os finger foods, comidinhas para comer com as mãos.Leia mais...

Amamentação: benefícios para a vida

Por: Equipe Vida De Mãe 01/08/2011

Hoje é o Dia Mundial da Amamentação e você, mamãe, sabe o quão benéfica pode ser a amamentação para você e seu filho?




O ato de amamentar ajuda a criança na formação de anticorpos, essenciais nessa fase da vida para que ela possa crescer saudável. No entanto, os pontos positivos vão muito além e se estendem à questão psicológica e social. Leia mais...

De olho nos novos alérgenos: alimentos que passamos a consumir mais recentemente podem causar novos tipos de alergia

Por: Equipe Vida De Mãe 22/07/2011


É curioso: apesar de 90% das alergias alimentares estarem relacionadas a apenas oito tipos de alimentos*, outro fator vem aumentando o índice dessas reações. Trata-se dos novos alérgenos, alimentos que foram introduzidos à população mais recentemente. Kiwi, gergelim e mostarda são alguns exemplos e já somam casos consideráveis desse tipo de doença.

Quem dera as alergias alimentares fossem coisa do passado e hoje já existisse a cura para cada uma delas! Assim, não seria preciso se preocupar com a reação que o organismo da criança teria após ingerir determinados alimentos, não é mesmo?

"O organismo humano é complexo e a alergia alimentar nada mais é do que uma reação do próprio sistema imunológico contra algumas proteínas, enxergando determinado alimento como um verdadeiro inimigo invasor", explica a Dra. Renata Cocco, da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI). O contato com novas proteínas, associado a uma predisposição genética, reflete no aumento da chance de desenvolver uma doença alérgica. Ou seja, as reações alérgicas da mãe e do pai podem influenciar em 75% os casos de alergias nos filhos – mesmo aquelas que não estão associadas aos alimentos. "Por isso é importante que a mãe, durante sua gestação, tenha uma alimentação saudável e balanceada, com muitas frutas e verduras, além de peixes ricos em ômega-3 (salmão, arenque e sardinha, por exemplo), pois pode minimizar o aparecimento de várias doenças, inclusive a alergia", aconselha a especialista.

Já os novos alérgenos não têm nenhuma causa nos genes, mas sim na falta de hábito de consumo, já que foram introduzidos na alimentação mais recentemente. Leia mais...

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Mural

  • Gardênia pereira da silva
  • ivone aparecida bispo teixeira
  • BEATRIZ DE PAULA GOMES FERREIRA
  • MARIANY VIDORETTI ALVES DELMONDE
  • Mayara Úrsula Ribeiro de Araújo
  • mara ines paetzold lermen

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“O ministério da saúde informa: Após os 6 (seis) meses de idade continue amamentando seu filho e ofereça novos alimentos”
Acesse o nosso site e obtenha mais informações: www.nestle.com.br/nutricaoinfantil Serviço de Atendimento Nutrição Infantil ao Profissional de Saúde: 0800-7701599
AS GESTANTES E NUTRIZES PRECISAM SER INFORMADAS QUE O LEITE MATERNO É O IDEAL PARA O LACTENTE, CONSTITUINDO-SE A MELHOR NUTRIÇÃO E PROTEÇÃO PARA ESTAS CRIANÇAS. A MÃE DEVE SER ORIENTADA QUANTO À IMPORTÂNCIA DE UMA DIETA EQUILIBRADA NESTE PERÍODO E QUANTO À MANEIRA DE SE PREPARAR PARA O ALEITAMENTO AO SEIO ATÉ OS DOIS ANOS DE IDADE DA CRIANÇA OU MAIS. O USO DE MAMADEIRAS, BICOS E CHUPETAS DEVE SER DESENCORAJADO, POIS PODE TRAZER EFEITOS NEGATIVOS SOBRE O ALEITAMENTO NATURAL. A MÃE DEVE SER PREVENIDA QUANTO À DIFICULDADE DE VOLTAR A AMAMENTAR SEU FILHO UMA VEZ ABANDONADO O ALEITAMENTO AO SEIO. ANTES DE SER RECOMENDADO O USO DE UM SUBSTITUTO DO LEITE MATERNO, DEVEM SER CONSIDERADAS AS CIRCUNSTÂNCIAS FAMILIARES E O CUSTO ENVOLVIDO. A MÃE DEVE ESTAR CIENTE DAS IMPLICAÇÕES ECONÔMICAS E SOCIAIS DO NÃO ALEITAMENTO AO SEIO – PARA UM RECÉM-NASCIDO ALIMENTADO EXCLUSIVAMENTE COM MAMADEIRA SERÁ NECESSÁRIA MAIS DE UMA LATA POR SEMANA. DEVE-SE LEMBRAR À MÃE QUE O LEITE MATERNO NÃO É SOMENTE O MELHOR, MAS TAMBÉM O MAIS ECONÔMICO ALIMENTO PARA O LACTENTE. CASO VENHA A SER TOMADA A DECISÃO DE INTRODUZIR A ALIMENTAÇÃO POR MAMADEIRA É IMPORTANTE QUE SEJAM FORNECIDAS INSTRUÇÕES SOBRE OS MÉTODOS CORRETOS DE PREPARO COM HIGIENE RESSALTANDO-SE QUE O USO DE MAMADEIRA E ÁGUA NÃO FERVIDAS E DILUIÇÃO INCORRETA PODEM CAUSAR DOENÇAS. OMS – CÓDIGO INTERNACIONAL DE COMERCIALIZAÇÃO DE SUBSTITUTOS DO LEITE MATERNO. WHA 34:22, MAIO DE 1981. PORTARIA Nº 2.051 – MS DE 08 DE NOVEMBRO DE 2001, RESOLUÇÃO Nº 222 – ANVISA – MS DE 05 DE AGOSTO DE 2002 E LEI 11.265/06 DE 04.01.2006 – PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA – REGULAMENTAM A COMERCIALIZAÇÃO DE ALIMENTOS PARA LACTENTES E CRIANÇAS DE PRIMEIRA INFÂNCIA E TAMBÉM A DE PRODUTOS DE PUERICULTURA CORRELATOS.
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