O que é a terapia do esporte e como ela pode ajudar na criação dos seus filhos
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O que é a terapia do esporte e como ela pode ajudar na criação dos seus filhos

M de Mulher

Saiba em quais desafios uma prática esportiva pode ser uma grande aliada dos pais

Que esporte faz bem para o corpo, isso ninguém discute. Agora, já se sabe que ele também pode ter papel preponderante na conquista do equilíbrio psíquico, sobretudo durante a fase de crescimento. Desde 2004, o psicólogo Fernando Bryt, fundador do Núcleo de Inovação e Pesquisa do Transtorno por Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) da Universidade Estadual do Ceará, usa práticas esportivas como ferramenta terapêutica. Embora o método tenha sido desenvolvido especificamente para tratar pacientes com TDAH, Bryt explica que ele apresenta resultados positivos com qualquer criança ou adolescente que precise desenvolver habilidades sociais, aprender a resolver conflitos, adquirir autoestima e autocontrole e aprimorar a atenção em sala de aula. “As grandes vantagens são o baixo custo, a maior motivação da criança e a participação dos pais, que compartilham experiências”, explica. Em encontros semanais, os terapeutas atuam como treinadores. Cabe a eles ajudar a identificar o problema e transformá-lo em metas pessoais, que serão perseguidas durante jogos de motivação.

Confira, a seguir, seis situações muito comuns na rotina de crianças e adolescentes. Em todas elas, o esporte pode ser um santo remédio:

Dificuldade para se relacionar com o Grupo

Ao fazer parte de um time, a criança ou adolescente vivencia episódios que também são corriqueiros fora das quadras e desenvolvem habilidades sociais fundamentais: aprendem a aceitar e respeitar as regras, se adaptam aos códigos de comportamento e são estimulados a cooperar sempre.

Intolerância a Frustrações

Impossível vencer sempre no esporte. Lidar com um placar desfavorável ajuda a criança ou adolescente a enfrentar as derrotas e compreender que elas são tão importantes quanto as vitórias. Da mesma forma, eles aprendem a colocar os interesses pessoais em segundo plano, em prol dos interesses do grupo.

Baixa auto-estima e timidez excessiva

Em um time, cada participante tem seu papel – e todos os jogadores são importantes para que a engrenagem funcione. Com ajuda dos treinadores, os pequenos jogadores se sentem cada vez mais seguros e confiantes, além de orgulhosos por suas realizações.

Baixa capacidade de Atenção

Da mesma forma como se treinam as habilidades esportivas, é possível treinar a habilidade de manter a atenção nas tarefas propostas, sejam elas na quadra, na brincadeira ou na escola.

Falta de autocontrole emocional

Enquanto pratica um esporte competitivo, o organismo da criança experimenta a manifestação de estados emocionais extremos, como raiva, frustração, tristeza, alegria e euforia – tudo em uma única partida. Cabe aos treinadores a função de ajudar a equilibrar essas emoções.

Dificuldade para resolver conflitos

Envolver-se em brigas e discussões é natural em qualquer faixa etária. No calor do acontecimento, em plena quadra, é possível transformar a questão em um momento educativo por excelência – cabe ao treinador transmitir valores positivos e ajudar na intermediação.

Dificuldade para se relacionar com o Grupo

Ao fazer parte de um time, a criança ou adolescente vivencia episódios que também são corriqueiros fora das quadras e desenvolvem habilidades sociais fundamentais: aprendem a aceitar e respeitar as regras, se adaptam aos códigos de comportamento e são estimulados a cooperar sempre.

Intolerância a Frustrações

Impossível vencer sempre no esporte. Lidar com um placar desfavorável ajuda a criança ou adolescente a enfrentar as derrotas e compreender que elas são tão importantes quanto as vitórias. Da mesma forma, eles aprendem a colocar os interesses pessoais em segundo plano, em prol dos interesses do grupo.

Baixa auto-estima e timidez excessiva

Em um time, cada participante tem seu papel – e todos os jogadores são importantes para que a engrenagem funcione. Com ajuda dos treinadores, os pequenos jogadores se sentem cada vez mais seguros e confiantes, além de orgulhosos por suas realizações.

Baixa capacidade de Atenção

Da mesma forma como se treinam as habilidades esportivas, é possível treinar a habilidade de manter a atenção nas tarefas propostas, sejam elas na quadra, na brincadeira ou na escola.

Falta de autocontrole emocional

Enquanto pratica um esporte competitivo, o organismo da criança experimenta a manifestação de estados emocionais extremos, como raiva, frustração, tristeza, alegria e euforia – tudo em uma única partida. Cabe aos treinadores a função de ajudar a equilibrar essas emoções.

Dificuldade para resolver conflitos

Envolver-se em brigas e discussões é natural em qualquer faixa etária. No calor do acontecimento, em plena quadra, é possível transformar a questão em um momento educativo por excelência – cabe ao treinador transmitir valores positivos e ajudar na intermediação.

Este conteúdo foi produzido pelo Estúdio ABC – Abril Branded Content, como parte do especial O Esporte Ensina, e originalmente publicado no MdeMulher.

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#esporte #terapia

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