Quer saber como engajar pra valer seu filho no esporte?
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Quer saber como engajar pra valer seu filho no esporte?

M de Mulher

O primeiro passo é conhecer – e respeitar – as características de cada faixa etária.

Quem nunca teve a sensação de que o filho está maior a cada dia? Nos primeiros dez anos de vida, a criança realmente cresce em um ritmo alucinante – e, de uma hora para outra, pode manifestar necessidades e preferências bem diferentes daquelas às quais você estava habituada até ontem. Depois vem a puberdade, com sua torrente de hormônios, que provoca tantas mudanças bruscas no corpo e no humor. Respeitar cada uma dessas fases é primordial para manter a criança interessada pelo esporte – não é porque seu filho amava a natação aos 5 anos que ele vai continuar gostando de dar suas braçadas aos 12. Veja, a seguir, quais são as prioridades de cada faixa etária. E qual o papel do esporte em cada uma delas.

A ênfase, aqui, é a descoberta do mundo e das relações. As aulas de natação, oferecidas a partir dos 6 meses, não têm como objetivo ensinar o bebê a nadar. “Trata-se de um estímulo à interação com a água e o carinho da mãe, com o prazer do movimento”, explica Luis Vasquinho, educador físico, pedagogo e mestre em ciências da saúde.

A criança só quer brincar para descobrir o mundo e os próprios limites. Não convém, portanto, submetê-la a rotinas rígidas: atividades individuais e coletivas que não exijam muito aprimoramento tático, sem regras ou compromisso com o resultado, são bastante indicadas. A prioridade é interagir com o ambiente e desenvolver as habilidades motoras. “Assim como aprende a engatinhar e a andar no primeiro ano de vida, o pequeno deve aprender a correr, pular, lançar e se arrastar nessa fase. Todos esses movimentos serão somados ao seu acervo motor, que servirá de base para a prática de esportes mais adiante”, diz Vasquinho.

Os movimentos já estão mais elaborados e a criança percebe a importância da organização para os jogos coletivos. Modalidades como futebol, handebol, tênis, atletismo e lutas marciais começam a ser requisitadas – as preferências se tornam mais nítidas. Mas nem todas as crianças se adaptam às sistematizações e algumas preferem atuar sem muita pressão por resultados. “O foco, nessa faixa etária, deve ser o convívio em sociedade. É hora de avaliar se a meninada sabe lidar com as vitórias e encara bem as derrotas”, orienta Vasquinho.

Sinal verde para gradativamente submeter os filhos às regras rígidas dos esportes. “No início da puberdade, eles já apresentam estrutura psicológica para lidar com elas”, avalia o especialista. Também têm condições de conviver com a competição, que se torna cada vez mais acirrada – é nessa faixa etária que os mais habilidosos começam a se destacar. Lembre-se, porém, de respeitar o desenvolvimento psíquico e emocional do seu filho, independentemente da idade. “Cada criança tem um ritmo. Às vezes, essa maturidade só se dá um pouco mais tarde.”

Com o aumento da produção hormonal, tudo muda. Os meninos adquirem força e passam a preferir esportes de maior intensidade. Atividades físicas cada vez mais desafiadoras são bem-vindas, mas não para todos. “Costuma ocorrer o oposto com as meninas. Nessa fase, a maioria delas se torna mais sedentária. É preciso respeitar as diferenças. Caso contrário, as adolescentes acabam desistindo do esporte nessa idade”, alerta Vasquinho. Segundo ele, é prudente que meninos e meninas sejam poupados dos treinos técnicos e físicos de nível profissional, com repetição de movimentos, até os 16 anos.

A ênfase, aqui, é a descoberta do mundo e das relações. As aulas de natação, oferecidas a partir dos 6 meses, não têm como objetivo ensinar o bebê a nadar. “Trata-se de um estímulo à interação com a água e o carinho da mãe, com o prazer do movimento”, explica Luis Vasquinho, educador físico, pedagogo e mestre em ciências da saúde.

A criança só quer brincar para descobrir o mundo e os próprios limites. Não convém, portanto, submetê-la a rotinas rígidas: atividades individuais e coletivas que não exijam muito aprimoramento tático, sem regras ou compromisso com o resultado, são bastante indicadas. A prioridade é interagir com o ambiente e desenvolver as habilidades motoras. “Assim como aprende a engatinhar e a andar no primeiro ano de vida, o pequeno deve aprender a correr, pular, lançar e se arrastar nessa fase. Todos esses movimentos serão somados ao seu acervo motor, que servirá de base para a prática de esportes mais adiante”, diz Vasquinho.

Os movimentos já estão mais elaborados e a criança percebe a importância da organização para os jogos coletivos. Modalidades como futebol, handebol, tênis, atletismo e lutas marciais começam a ser requisitadas – as preferências se tornam mais nítidas. Mas nem todas as crianças se adaptam às sistematizações e algumas preferem atuar sem muita pressão por resultados. “O foco, nessa faixa etária, deve ser o convívio em sociedade. É hora de avaliar se a meninada sabe lidar com as vitórias e encara bem as derrotas”, orienta Vasquinho.

Sinal verde para gradativamente submeter os filhos às regras rígidas dos esportes. “No início da puberdade, eles já apresentam estrutura psicológica para lidar com elas”, avalia o especialista. Também têm condições de conviver com a competição, que se torna cada vez mais acirrada – é nessa faixa etária que os mais habilidosos começam a se destacar. Lembre-se, porém, de respeitar o desenvolvimento psíquico e emocional do seu filho, independentemente da idade. “Cada criança tem um ritmo. Às vezes, essa maturidade só se dá um pouco mais tarde.”

Com o aumento da produção hormonal, tudo muda. Os meninos adquirem força e passam a preferir esportes de maior intensidade. Atividades físicas cada vez mais desafiadoras são bem-vindas, mas não para todos. “Costuma ocorrer o oposto com as meninas. Nessa fase, a maioria delas se torna mais sedentária. É preciso respeitar as diferenças. Caso contrário, as adolescentes acabam desistindo do esporte nessa idade”, alerta Vasquinho. Segundo ele, é prudente que meninos e meninas sejam poupados dos treinos técnicos e físicos de nível profissional, com repetição de movimentos, até os 16 anos.

Este conteúdo foi produzido pelo Estúdio ABC – Abril Branded Content, como parte do especial O Esporte Ensina, e originalmente publicado no MdeMulher.

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