O que seu filho tem a aprender com o caráter inclusivo do esporte
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O que seu filho tem a aprender com o caráter inclusivo do esporte

M de Mulher

Brincando, ele desenvolve o respeito, a tolerância e a cooperação

Dificuldade para se relacionar com o Grupo

Quando se trata do desenvolvimento social e psíquico da criança, a palavra inclusão é a bola da vez. E não poderia ser diferente na iniciação esportiva. Saber dividir a quadra com pequenos atletas de diversas origens, credos, raças e habilidades físicas, em que serão estimulados e exigidos da mesma forma, proporciona um aprendizado de valor inestimável para ambas as partes – em ambientes homogêneos, dificilmente se criam oportunidades tão enriquecedoras. “Como o esporte é um espaço onde todos são iguais, cada criança tem a chance de lidar com as dificuldades do outro”, afirma a psicóloga esportiva Mariana Correa. “Os valores que ela aprende nessa troca tendem a ser levados para o resto da vida.”

A convivência com amigos de outras realidades socioeconômicas, por exemplo, é um campo primoroso para trabalhar questões fundamentais para o desenvolvimento infantil, como respeito ao próximo, espírito de cooperação, desapego a bens materiais e tolerância religiosa e racial. Quando entram em campo crianças com deficiência física, a superação de limites e a persistência também passam a integrar a pauta do dia – e as limitações, garante Mariana, são bem menores do que muita gente pensa. “No esporte de alto rendimento, o respeito às regras é mais rígido. Em compensação, a iniciação esportiva, fase em que se encontra a maioria das crianças, permite uma convivência tranquila sem mudanças significativas na rotina dos treinos”, diz ela.

Mas o sucesso da inclusão no esporte depende um bocado do empenho e da participação de um elemento importante desse tripé: os pais, que precisam encarar a questão com o máximo de naturalidade. “Eles devem estimular relacionamentos com outras crianças e ouvir o que o filho tem a contar a respeito desses contatos. Durante as conversas em família é que surgem as oportunidades para sedimentar valores que vão transformá-la em um adulto melhor.”

A convivência com amigos de outras realidades socioeconômicas, por exemplo, é um campo primoroso para trabalhar questões fundamentais para o desenvolvimento infantil, como respeito ao próximo, espírito de cooperação, desapego a bens materiais e tolerância religiosa e racial.

Dificuldade para se relacionar com o Grupo

Quando entram em campo crianças com deficiência física, a superação de limites e a persistência também passam a integrar a pauta do dia – e as limitações, garante Mariana, são bem menores do que muita gente pensa. “No esporte de alto rendimento, o respeito às regras é mais rígido. Em compensação, a iniciação esportiva, fase em que se encontra a maioria das crianças, permite uma convivência tranquila sem mudanças significativas na rotina dos treinos”, diz ela.

Mas o sucesso da inclusão no esporte depende um bocado do empenho e da participação de um elemento importante desse tripé: os pais, que precisam encarar a questão com o máximo de naturalidade. “Eles devem estimular relacionamentos com outras crianças e ouvir o que o filho tem a contar a respeito desses contatos. Durante as conversas em família é que surgem as oportunidades para sedimentar valores que vão transformá-la em um adulto melhor.”

Dificuldade para se relacionar com o Grupo
Este conteúdo foi produzido pelo Estúdio ABC – Abril Branded Content, como parte do especial O Esporte Ensina, e originalmente publicado no MdeMulher.

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