Esporte muda a vida de Gabriel, no Recife
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Esporte muda a vida de Gabriel, no Recife

O pequeno Gabriel nem andava e agora pratica três modalidades, atletismo, bocha e natação

A Liga NESCAU® não levou apenas nomes reconhecidos do esporte com envolvimento em projetos sociais e medalhas olímpicas e pan-americanas, em Recife. Andreza, mãe do Gabriel é, uma das milhares de pessoas pouco conhecidas do público, mas com uma história linda para contar. O menino de 11 anos tem uma síndrome rara (apenas outras 146 crianças no mundo também apresentam o problema), que afeta a face, os polegares e provoca deficiência intelectual.

“O esporte mudou a vida do Gabriel. Ele nem andava antes do esporte. Ele não interagia, não brincava e hoje está evoluindo muito. Está no segundo ano de escola normal. De manhã, ele faz fisioterapia, à tarde vai para a escola, e, no sábado, segue para a APABB (Associação Pais e Amigos de Pessoas Portadoras de Deficiência) dos Funcionários do Banco do Brasil, onde pratica bocha, atletismo e natação”, relatou Andreza, logo depois de Gabriel terminar de disputar uma partida de bocha adaptada ao lado de Davi.

Durante dois dias, Pernambuco se transformou na capital do esporte estudantil do Brasil. No sábado e domingo (dias 9 e 10), no Centro Esportivo Santos Dumont, a cidade do Recife superou todas as expectativas ao receber a Liga NESCAU® pela primeira vez. Reuniu 1.900 meninos e meninas (400 a mais do que o esperado) de 50 escolas e instituições de ensino, com idade entre dez a 16 anos de instituições de ensino do estado, em disputas em modalidades convencionais e adaptadas, em uma iniciativa de inclusão por meio do esporte da marca de achocolatados da Nestlé.

GabrieleDavi
Gabriel abraça Davi, logo depois de disputar uma partida de bocha adaptada