Capitã sem Braçadeira dá exemplo e alimenta o sonho de ser jogadora de futebol
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Capitã sem Braçadeira dá exemplo e alimenta o sonho de ser jogadora de futebol

Lorenza de Almeida Cavalcante encara 1h30 de ônibus de Jundiaí até o Centro Olímpico de São Paulo para fazer o que mais gosta: jogar bola

O impacto positivo da Liga NESCAU® na vida das crianças e jovens pode ser resumido nas histórias dos Capitães sem Braçadeira. Todo ano, dois atletas são escolhidos por seu exemplo de dedicação, companheirismo e comportamento dentro e fora de quadra como exemplo para os demais atletas. Lorenza de Almeida Cavalcante foi uma das eleitas em 2019. Por sua garra, talento e dedicação, foi escolhida para receber, no sábado (7/12), o prêmio dedicado aos destaques da competição por seu comportamento exemplar. A entrega foi em grande estilo, das mãos do craque Falcão, maior jogador de futsal da história, e Diego Hypólito, ex-ginasta e medalhista olímpico.

Lorenza tem 12 anos encara 1h30 de ônibus de Jundiaí até São Paulo, para treinar no Centro Olímpico. “Saio correndo da escola, sem tempo para almoçar de segunda, quarta e sexta, pois quero me tornar uma jogadora profissional de futebol. Fiquei muito feliz em ser escolhida para esse prêmio entre mais de 13 mil pessoas. É como o Diego Hypólito falou: não precisa ter a braçadeira para ajudar o seu time, levantar o moral das meninas”, contou a atleta, que recebeu o troféu de Capitã sem Braçadeira juntamente com o jogador de vôlei Felipe Silva de Jesus.

A quinta edição da Liga NESCAU® teve duração de três meses. Ao todo, 13.771 crianças e jovens de mais de 500 escolas públicas e privadas, clubes, ONGs e associações praticaram muito esporte. Foram 3.044 disputas em 19 modalidades coletivas e individuais, em 1.310 horas de atividades (o equivalente a 55 dias ininterruptos de exercícios físicos). E edição de 2020 já está confirma e com projeção para aumento de cidades, modalidade e participantes.

As finais da Liga NESCAU® reuniram mais de 600 crianças que lutaram por medalhas nas modalidades coletivas basquete, futsal, vôlei e handebol, além de skate. Contudo, ao longo de três meses, as mais de 13 mil crianças e jovens também competiram no atletismo, judô, ginástica, natação, tênis de mesa e bocha, além das adaptadas: vôlei sentado, basquete em cadeira de rodas, atletismo, judô, natação, tênis de mesa, ginástica e bocha, nas etapas de São Paulo, Porto Alegre e Recife.

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Lorenza com Falcão e Diego Hypólito