Ciência por trás da perda de peso

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A evolução da ciência por trás da perda de peso

Exercícios físicos e a ingestão de alimentos certos nas porções corretas não podem mais ser considerados os únicos fatores ligados à perda de peso. A atividade celular do corpo pode afetar quanto peso cada pessoa consegue perder ou como o corpo responde a certos alimentos.

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No Nestlé Institute of Health Sciences, uma equipe está estudando a perda de peso em nível molecular: como o corpo metaboliza os alimentos? Por que algumas pessoas perdem peso com mais facilidade do que outras? Por que algumas pessoas mantêm a perda de peso e outras não? E por que a perda de peso ajuda a prevenir o diabetes em algumas pessoas, mas em outras não?

Cada vez mais se descobre que o corpo de cada pessoa se comporta de forma diferente. Compreender essas variações permite encontrar soluções específicas que realmente funcionem para cada pessoa, ao invés de tentar aplicar uma abordagem única que se aplique a todos.

A pesquisa está ajudando a Nestlé a entender como produtos nutricionais personalizados podem remodelar a forma como se olha para a saúde. A perda de peso é apenas uma parte do quebra-cabeça.

Veja as novidades trazidas pela pesquisa

Melhorar os efeitos dos exercícios físicos

Estudos liderados pela Nestlé e duas universidades suíças mostraram que exercícios físicos aumentam o número de mitocôndrias, que são as partes das células responsáveis por converter os alimentos em energia, e também ajudam a agrupar as proteínas que tornam esse processo mais eficiente. A pesquisa irá contribuir para o objetivo de criar soluções nutricionais customizadas que possam potencializar os efeitos dos exercícios físicos no metabolismo.

Acelerar o metabolismo

Outro ponto do estudo aponta para os efeitos de uma enzima chamada AMPK, que ajuda os músculos a transformarem a glicose e a gordura em energia. As equipes de pesquisa descobriram que essa enzima pode ser controlada, levando mais glicose do sangue para os músculos e aumentando a quantidade de gordura transformada em energia. 

A meta é conseguir desenvolver produtos que acelerem os efeitos dessa enzima para aumentar o metabolismo. Essa inovação ajudaria pessoas com condições crônicas, como obesidade ou diabetes tipo 2 que não podem se exercitar regularmente, ou aquelas que estão se recuperando de alguma lesão que limita sua atividade física.

Um tipo diferente de impressão digital 

Para pessoas pré-diabéticas e com sobrepeso, a perda de peso é considerada um tratamento preventivo do desenvolvimento para a diabetes tipo 2. Contudo, isso nem sempre ocorre. 

Estudos identificaram certos marcadores sanguíneos, também chamados de "impressão digital lipídica", que podem começar a diferenciar pessoas pré-diabéticas que têm a probabilidade de responder à perda de peso com melhor controle de açúcar, tendo mais sucesso na prevenção do diabetes tipo 2.

Esse "biomarcador" permite aos profissionais da saúde distinguir entre os pacientes se a perda de peso resultaria em melhor controle de açúcar ou não. Isso pode ajudá-los a escolher o caminho mais adequado para cada paciente.

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