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Transtornos alimentares

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É fato que nossa cultura é obsecada pela aparência. Semanalmente, as revistas femininas estampam suas capas com modelos muito magras e ressaltam dietas da moda e outras dicas para perda de peso que, nem sempre, seguem as recomendações dos nutricionistas.

 

Os programas de televisão muitas vezes exploram a mesma situação, levando jovens e adultos a se sentirem cada vez mais insatisfeitos com o próprio corpo, mesmo estando com o peso considerado saudável. Por esse caminho, o ideal de “perfeição” passa a ser um objetivo perigoso, principalmente entre os adolescentes, que podem desenvolver os chamados transtornos alimentares.

 

A nutricionista Marle Alvarenga* explica que o principal problema na adolescência é o transtorno alimentar não especificados (TANE), que envolve sinais de anorexia e bulimia. “Não existem muitos estudos de prevalência focados na adolescência, mas sabe-se que, aproximadamente, 80% dos casos de transtornos alimentares começam neste estágio de vida. Quanto à prevalência de TANE, estima-se que atinja de 2% a 5% das mulheres jovens”.

 

“Existe também outro quadro, ainda mais comum, denominado comer transtornado (do inglês disordered eating). De acordo com alguns estudos, sua prevalência é de 10% a 15% entre adolescentes e mulheres jovens”.

 

Apesar de menos atingidos, os homens não ficam de fora dessas estatísticas. “A relação de homens para mulheres com transtorno alimentar varia de 1 em cada 6 casos até 1 em cada 10 casos, mas a prevalência no gênero masculino tem aumentado nos últimos anos. Os meninos não dão tanta atenção para o peso, entretanto, preocupam-se com o ganho de músculos e acabam abusando da intensidade de atividade física”, ressalta Marle.

 

“Existem alguns sinais que podem evidenciar a existência do transtorno alimentar, sendo que os pais podem ficar atentos para alguns comportamentos de risco, como, por exemplo: perda importante de peso; conferir o peso com muita frequência; contar as calorias de tudo o que come; alteração de humor; negação da fome; palidez e reclamações de tontura e desequilíbrio, sem razões médicas; fazer atividade física de forma exagerada; preocupação extrema com aparência, corpo e peso (como reclamar de estar gordo sem, ao menos, apresentar excesso de peso); perfeccionismo extremo direcionado a alimentação e saúde; separar os alimentos nas categorias bons e ruins e começar a limitar ingestão dos considerados ruins; hábito de fazer dietas restritivas, da moda; fazer uso de laxantes e diuréticos sem indicação; evidência de compulsão (alimentos escondidos, comer escondido); até problemas inexplicáveis com o ciclo menstrual”.

 

Para a nutricionista, quanto mais cedo se buscar ajuda profissional, maior a chance de recuperação completa, já que os casos crônicos são mais difíceis de responder positivamente ao tratamento.

 

“É fundamental que a terapia envolva um time multidisciplinar. A equipe deve ser especializada e formada por pelo menos um médico psiquiatra, um nutricionista e um psicólogo. Dependendo do caso, pode-se indicar atendimento de enfermagem, acompanhante terapêutico, terapeuta ocupacional e educador físico, entre outros”.

 

Marle enfatiza, ainda, que o acompanhamento psiquiátrico é sempre ideal. “O psiquiatra especialista pode avaliar melhor o quadro e a possibilidade de outros problemas associados, que são bem frequentes nestes casos, como depressão, transtorno afetivo bipolar, transtorno ansioso, dentre outros. O médico pode, inclusive, orientar o uso de medicação, se necessário”.

 

O nutricionista será responsável pelo plano alimentar, visando a recuperação do estado nutricional do paciente, e pelo aconselhamento nutricional para que o indivíduo possa ter uma relação saudável com o alimento e com seu corpo.

 

Não coloque sua saúde em risco. Evite dietas restritivas e procure sempre um médico ou um nutricionista se tiver dúvidas sobre a adequação do seu peso.

 

 

 

*Marle Alvarenga é Nutricionista, Mestre e Doutora em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo (USP). Concluiu o Pós-doutorado pela Faculdade de Saúde Pública da USP. Atua como supervisora do Programa de Transtornos Alimentares – AMBULIM - do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e coordena o Grupo Especializado em Nutrição e Transtornos Alimentares - GENTA.

 

 

Assunto:Família

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